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	<title>Facilitador de Grupos &#187; inovação</title>
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	<description>Cultivo coletivo da inovação</description>
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		<title>“O Importante é o que se leva na cabeça!”</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 16:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Ortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Incubadora de Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[convenções]]></category>
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		<description><![CDATA[Somos capazes de criar uma serie de inibições à inovação. As convenções sociais e as crenças são filtros freqüentes que nos afastam de pessoas, idéias e possibilidades transformadoras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Somos capazes de criar uma serie de inibições à inovação. As convenções sociais e as crenças são filtros freqüentes que nos afastam de pessoas, idéias e possibilidades transformadoras.<br />
Um senhor que estudou e experimentou outras fontes de vida longe de sua cidade natal, voltou a morar nela. Inconformado com a situação da gestão política local resolveu entrar em campanha a prefeito motivado por amigos. Longe de sua cidade ele adquiriu hábitos diferentes, gostava de calçar sandálias e não vestia facilmente roupas formais. O que parecia uma pequena aventura, a sua candidatura ganhou força e já ameaçava o constante vai e vem no poder dos mesmos adversários locais. Esses, irritados e com medo, passaram a tentar difamar o novo candidato. Num comício um senhor do grupo político da situação gritou uma pergunta:<br />
- “Candidato, se o senhor vencer as eleições, como vai representar nosso município nas reuniões com o governador? Vai de sandálias?”.<br />
Era uma sinuca de bico. Se respondesse que sim, poderia ser interpretado como alguém que desrespeitaria a imagem do município perante as autoridades estaduais. Se respondesse que não, passaria por alguém falso, que muda a casaca facilmente. O jovem candidato foi rápido e saiu com uma resposta nada convencional. Perguntou o nome do participante, agradeceu a pergunta e disse carinhosamente: &#8211; “Meu amigo, nessa hora tão importante para o futuro do município, se eu fosse o senhor, não me preocuparia com o que uso nos pés, porque o importante é o que se leva dentro da cabeça”. O jovem ganhou as eleições e ainda é lembrado como um dos melhores prefeitos que a cidade já teve.<br />
Uma lição desse episódio para inovação é transparente e direta: quantas vezes podemos excluir uma idéia inovadora, porque ela parte de alguém considerado de fora das nossas convenções? Não excluímos facilmente as pessoas?<br />
Muitas vezes, até gostamos de uma pessoa. Achamos que faz sentido o que nos diz ou tenta dizer. Contudo, basta algum líder mais tradicional chamar a atenção por um julgamento de exclusão e rapidamente corremos o risco de julgarmos sem pensar, sem sentir e sem querer. Em pouco tempo as barreiras estão levantadas. Perdemos as conexões com nosso feeling e já descartamos as propostas de inovação que estavam colocadas, porque quem as colocou não se ajusta aos aspectos externos do nosso julgamento.<br />
Nossas mentes produzem pensamentos e estes são formas de energias. Tanto podemos ser capazes de sintonizar ou tirar da sintonia das propostas de transformação e inovação que desejamos. Afinal desejos não bastam tão pouco a boa intenção.</p>
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		<title>Avatar, inovação e novas tecnologias</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 19:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Ortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Incubadora de Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Atmosfera de criação]]></category>
		<category><![CDATA[avatar]]></category>
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		<description><![CDATA[Inovar não significa recusar nossas conexões com os ancestrais, com as tradições que nos aperfeiçoam como humanos e profissionais. Impor fazer o novo por si não transforma grupos em equipes produtivas e criadoras. Facilitadores são auxiliares nesses processos. Indaguei a um gerente, numa reunião de trabalho, se tinha visto o filme Avatar. Respondeu que não, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovar não significa recusar nossas conexões com os ancestrais, com as tradições que nos aperfeiçoam como humanos e profissionais. Impor fazer o novo por si não transforma grupos em equipes produtivas e criadoras. Facilitadores são auxiliares nesses processos.<br />
Indaguei a um gerente, numa reunião de trabalho, se tinha visto o filme Avatar. Respondeu que não, mas que sua esposa e filha o assistiram. Ao seu lado, perguntei o mesmo à sua equipe com duas mulheres: sem exceção, elas tinham assistido ao filme duas vezes nos cinemas e relataram a emoção que sentiram. Não vacilei em recomendar ao gerente que o visse o quanto antes, se quisesse entender melhor o universo humano com o qual estava vivendo na sua vida pessoal e profissional.<br />
As mídias veicularam muitas opiniões sobre este grande sucesso das bilheterias do cinema dos últimos tempos. Principais destaques são dados aos efeitos especiais, às novas tecnologias de 3D e às propostas de inovações futuristas dos armamentos e da promoção da vida bioquímica ligada ao avanço da informática: desenvolvendo o próprio avatar.<br />
O enredo levanta, contudo, questionamentos sutis ao comportamento da humanidade. No filme, o povo que domina uma conexão essencial com a natureza e com a espiritualidade, domina, por sua vez, conhecimentos sobre energias e materiais que a ciência convencional ainda estaria longe de desvendar. Talvez, devido a esta forma de conhecimento estar muito presa ao seu modo de ver a objetividade e o método, além de como julga o que é tradicional e arcaico.<br />
Com um pouco do Brasil colônia que ainda carregamos dentro de nós, cultivamos um preconceito de que substituir as fachadas velhas por mais modernas e recusar qualquer apelo ao tradicional é que estaremos inovando. “Indo ao primeiro mundo”, como se diz muito por aí. O fato de a Europa, o Japão e outros países asiáticos serem considerados de ponta na criação de inovações não é sinônimo de que suas sociedades recusem seus conhecimentos ancestrais, suas tradições e seus saberes essenciais.<br />
A inovação sem valores humanos essenciais que a sustente e sem uma conexão com o respeito à natureza e aos serviços ambientais que nos presta é uma inovação sem futuro. A energia feminina que coloca nosso olhar bem lá na frente é fonte para inovação com sustentabilidade, como nos provoca o filme Avatar. Que tal nossas equipes de criação aprenderem a desenvolver olhares diversos para perceberem melhor a funcionalidade, os alcances e os impactos do que estão criando?</p>
<p>Marcos Ortiz<br />
marcosortiz@facilitadordegrupos.com.br<br />
www.facilitadordegrupos.com.br</p>
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		<title>Ambientes Criativos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 00:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Ortiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Boas sementes]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
		<category><![CDATA[criativos]]></category>
		<category><![CDATA[Facilitador]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[inovadores]]></category>
		<category><![CDATA[oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[visões diferenciadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ambientes criativos são formados por grupos de profissionais que precisam trabalhar em equipe e criar juntos. As equipes precisam: Olhar as coisas de um modo diferente e percebê-las de maneiras não usuais, superando enquadramentos,  julgamentos e inibições de visões inovadoras. Vencer o medo e ousar a expressar suas percepções e visões diferenciadas sem estar preocupado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-80" title="facilitador387" src="http://www.facilitadordegrupos.com.br/marcosortiz/wp-content/uploads/2010/01/facilitador387-300x90.jpg" alt="facilitador387" width="300" height="90" />Ambientes criativos são formados por grupos de profissionais que precisam trabalhar em equipe e criar juntos.</p>
<p>As equipes precisam:</p>
<ol>
<li>Olhar as coisas de um modo diferente e percebê-las de maneiras não usuais, superando enquadramentos,  julgamentos e inibições de visões inovadoras.</li>
<li>Vencer o medo e ousar a expressar suas percepções e visões diferenciadas sem estar preocupado em colocar-se me situação de ridículo ou vexame no meio do grupo.</li>
<li>Desenvolver habilidades sociais de modo a convencer os participantes da equipe das possibilidades da inovação proposta.</li>
</ol>
<p>Assim, se sua equipe precisa dar saltos qualitativos na produção de inovações, mas alguma questão no processo social está inibindo a melhor performance, pode ser a hora em que uma ajuda externa pontual ou por um prazo determinado.</p>
<p>Com instrumentos e ferramentas que podem ser adaptadas sob medida para o desenvolvimento da sua equipe, promovemos oficinas, ações compartilhadas e coaching para a facilitação do desenvolvimento de ambientes criativos e inovadores.</p>
<p>Vença o desafio da criação compartilhada e inter disciplinar.</p>
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